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Anunciantes celebram a força do rádio

Diante de tanta informação e de tantos meios que disputam cada minuto de nossa atenção, qual é o lugar do rádio como negócio de mídia e entretenimento? Para surpresa dos incrédulos, a mídia centenária continua tão relevante quanto em outras eras e tem conseguido se renovar e lançar tendências em modelos de negócios a partir das novas tecnologias. Com moderação de Ronald Almeida, Gerente de Engenharia do Grupo de Comunicação O POVO (PE), o painel de Rádio, que aconteceu na tarde da sexta-feira, 22, no SET Nordeste 2019, abordou justamente essa vitalidade do meio entre empresários, empreendedores e anunciantes e ouvintes. Kantar IBOPE Media e a sintonia em alto volume Leonam Torres, gerente de contas da Regional Nordeste na Kantar IBOPE Media, foi o primeiro palestrante da sessão. Ele apresentou dados de uma extensiva pesquisa sobre a penetração do rádio no Brasil nos dias de hoje. Para ele, “rádio é conteúdo, entretenimento, informação e é companheiro”, iniciou. “O rádio emociona”. Entre os dados apurados por este famoso instituto de pesquisa, 83% da população brasileira ouve rádio e três, em cada cinco ouvintes, fazem isso todos os dias. “A média de tempo gasto supera as 4h30 diárias”, informou. E o alcance supera os 80% em todas as faixas etárias. O Rádio tem ocupado também plataformas como computadores e smartphones. Mas o dial AM/FM, de dispositivos em casa ou no carro, ainda é a forma mais comum de sintonia. No caso de consumo de conteúdo, a música responde por 93% do que o ouvinte busca, seguida da notícia, com 70%. Por fim, Torres avaliou se o rádio atrai anunciantes. “As 10 marcas mais valiosas do Brasil estão no rádio”, respondeu. Só no primeiro semestre de 2019, houve quase 3 milhões de inserções publicitárias em emissoras no país, sendo que 50% dos anunciantes são exclusivos deste meio”. O mercado de podcast Marco Túlio Nascimento, Diretor da ZYDigital, continuou a discussão fazendo uma análise abrangente sobre o atual momento do podcast, um mercado em franca expansão, que tem atraído empreendedores, startups e grandes players do setor de mídia. “A produção de conteúdo podcast entrou em uma curva ascendente a partir de 2013. Naquele ano, tínhamos 255 produtores. Este ano, este número está em 1.278″, informou. Nesse mesmo período, também aumentou de forma exponencial o faturamento via publicidade (rádio e online). “As pessoas ouvem podcasts preferencialmente em casa e no smartphone“, disse. “Estamos vendo uma mudança nos hábitos de consumo, no qual os programas falados ganharam relevância”, mostrou. As principais formas de monetização de podcasts são anúncios, assinatura e branded content. “Estes são os mais clássicos”, avaliou. Mas é possível também usar crowdfunding, eventos e merchandising. Nascimento também apresentou dados estatísticos dos modelos de inserção publicitária nos Estados Unidos. Ao final, em uma matriz do tipo SWOT, analisou o atual momento dos podcasts. “As principais forças deste setor estão na marca, no público e na tecnologia”. Novos equipamentos auxiliam o radiodifusor Fernando Barros Leal, Gerente de Contas na Planeta do Rádio, tradicional empresa de equipamentos do Paraná, apresentou alguns produtos que estão ajudando os radiodifusores a expandir o alcance de suas estações. “Transmissores valvulados, link digital por IP, maletas para codecs de externas, consoles digitais e o rádio com imagem são algumas das inovações”, explicou. “Com link de dados via IP, por exemplo, elimina-se a necessidade de solicitação de frequência na Anatel”, falou, “basta o link e um par de codecs”. Matéria Original - www

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